
Os trabalhos de Sou Fujimoto resiste a qualquer forma convencional de categorização. Esse jovem arquiteto japonês defende edifícios não-convencionais que não podem ser descritos por critérios ou definições padrões, como interior/exterior, ou público/privado. Divisões claras, tanto de níveis como de ambientes, são abaladas por seus complexos planos e estruturas interligadas que -em uma referência à ideia de caverna- ele descreve como "Futuro Primitivo". Com essa abordagem, Sou cria formas comprometidas ao uma total interação entre usuário e espaço. Juntamente com residências privadas, como a conhecida N House, sua biblioteca para a Musashino Art University alcançou um reconhecimento singular. Além disso, ele apresentou-se na Bienal de Veneza de 2010 com o projeto de uma habitação.

